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Kaio

 

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08 fevereiro 2006

I'm Amazed

O segundo ano correspondeu às minhas expectativas. Ou seja, é relativamente fácil. Parece que é um ano menos tenso que o normal, apesar de ter muito conteúdo. Eu poderia usar isso como pretexto para cair nas notas, mas vou fazer o contrário - me empenharei (nem que seja só um pouco) para ir bem, afinal, se eu fizer um bom 1º e um bom 2º, não vou ter tantas preocupações no Terceirão, e, conseqüentemente, ficarei menos desesperado com o vestibular. E isso é bom.

Ontem, o professor de Texto disse que ia chamar um aluno da sala para "dar a aula". O tema? Esquerda e populismo na América Latina. Ele acabou me escolhendo. Foi muito bom, ótima oportunidade para esculhachar a demagogia do Chavez, do Lula e de outros ditadores de quinta ou presidentes incompetentes. Sabem aquele meu dicionário de posições políticas? Por sorte eu o trouxe para a escola no dia, e usei ele para defender minha tese. Parece que o pessoal da minha sala gostou. Bem, pelo menos eles não me vaiaram e o professor me elogiou...

Hoje, a equipe de Humanas da escola vai passar o "Clube da Luta". Já assisti o filme um ano e meio atrás, mas quero vê-lo novamente. Afinal, foi um dos filmes que eu mais gostei até hoje, por diversos motivos, desde a trama genial as mensagens subliminares intencionais até a crítica social e, claro, a trilha sonora (incluindo "Where Is My Mind?", hino do Pixies). Hoje também começa a aula de Leitura de Clássicos. O primeiro livro a ser discutido? "O Príncipe", de Maquiavel. Outro momento nostálgico para mim, que me leva de volta ao final de 2003, quando eu estava começando a gostar de política... Bem, é melhor acabar com essa sessão retrô. Enquanto a aula não começa, eu vou aproveitar para ir no shopping comprar uns CDs virgens e a edição de bolso do "A Arte de Escrever", do Schopenhauer. Motivos?
1. Depois que meu professor de Filosofia disse que nunca leu Schopenhauer porque acha as obras dele muito pessimistas, eu fiquei com curiosidade.
2. Percebi que é impossível ler Nietzsche sem antes ter um pré-conhecimento de Schopenhauer.
3. Aumentar meu (pseudo) intelecto. Hahahaha...

 

Comentários:

 

 

Nietzsche é muito relativo... Quando eu comentei minha vontade de lê-lo entre amigos alguns reomendaram e outros fizeram cara de vômito.
Mas pretendo ler depois que acabar minha coleção de clássicos aqui... Só por curiosidade.


Hm, ta mesmo empenhado em ser um pseudo-intelectual hein? Hehehe vai fundo... E nossa, q escola boa! Num é a toa q vc queria q acabasse logo as férias!


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